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A fumaça produzida no ato de fumar é prejudicial porque é constituída basicamente de: Monóxido de Carbono, um gás venenoso que reduz em até 15% o oxigênio total do sangue; Nicotina, uma substância que causa dependência física, psíquica, aumenta a freqüência cardíaca e a pressão arterial, aumentando assim o trabalho do coração; e o Alcatrão, relacionado com o aparecimento de alguns tipos de câncer, principalmente o de pulmão.
Uma pessoa fumante tem pelo menos o risco dobrado (2.14 vezes mais) de desenvolver cardiopatia. Quanto maior o número de cigarros e a duração do vício, maior será o risco.
O risco entre os fumantes de cachimbos e charutos pode ser menor do que o fumante de cigarros, porém é maior do que para os não fumantes.
Os indivíduos que param de fumar apresentam uma incidência mais baixa de infarto agudo do miocárdio, doença coronariana, morte súbita e reinfarto do que os que continuam a fumar. O benefício aumenta com o tempo. Após 12 meses de abandono do fumo, diminui-se pela metade os riscos e iguala-se ao não fumantes, após 2 a 10 anos.
Quem fuma mais de 25 cigarros por dia apresenta níveis baixos de HDL-Colesterol – que é colesterol “protetor” - e níveis mais altos de colesterol total e triglicérides do que os não fumantes. O risco de infarto aumenta 2.8 vezes mais com o número de cigarros fumados.
As pessoas que fumam cigarros com menos alcatrão, menos nicotina e filtro mais eficaz, em geral inalam a fumaça com maior profundidade e durante mais tempo. Além disso, os filtros não reduzem o teor de monóxido de carbono inalado. Logo, fumar cigarros com baixo teor de nicotina não diminui o risco de infarto.
Quem pára de fumar melhora o paladar, fica com dentes claros e limpos, o hálito volta ao normal, os dedos não ficam amarelos pela nicotina, a disposição física e sexual aumenta. Precisa argumento melhor para deixar de fumar?
Deve-se satisfazer duas condições básicas para que um fumante obtenha êxito em deixar de fumar:
Rua Leonor Calmon, 256, Salas 801/802 - Cidade Jardim - (71) 3451 0200
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